O ex-subprefeito de São Luís, Fábio Henrique, publicou um vídeo nas redes sociais em que faz críticas à gestão do ex-prefeito de São Luís, Eduardo Braide.
Na gravação, ele afirma que diversas fontes públicas da capital maranhense estariam sem funcionamento desde 2021 e atribui o problema à falta de gestão da administração municipal.

Durante o pronunciamento, Fábio Henrique também critica a atuação política de Braide, afirmando que o ex-prefeito tem priorizado aparições nas redes sociais em detrimento da administração da cidade.
Confira a íntegra da declaração:
“Prefeito Eduardo Braide, o senhor, que ultimamente anda passeando pelo Maranhão, fazendo turismo e TikTok, falando em gestão, ferry boat e bote, mas, na prática, prefeito, o senhor não conseguiu manter nem as fontes existentes da cidade de São Luís.
A fonte do Parque do Bom Menino se tornou foco de doença e insalubridade. Não funciona desde 2021. É mais uma fonte da cidade abandonada por Braide.
A fonte dançante da Cidade Operária, na Praça da Providência, também está parada desde 2021.
A fonte dançante do bairro Cohaserma, na Praça da Boa Vizinhança, também está parada desde 2021.
A fonte da Praça Henry Duailibe, no bairro Vinhais, também está parada.
A fonte da Praça da Misericórdia também está parada.
A fonte do Bispo, cujos jatos chegavam a mais de 15 metros de altura e onde as crianças se divertiam, não funciona.
A iluminação artística da fonte da Mãe d’Água Amazônica, na Praça Dom Pedro II, não funciona desde 2021. Para piorar, nesta semana, a própria fonte também não está funcionando.
Prefeito Eduardo Braide, por falta de gestão, o senhor quebrou o transporte público de São Luís. Por falta de gestão, o senhor abandonou os bairros da cidade, as praças e o Centro Histórico. Por falta de gestão, todas as fontes da cidade estão paradas.
Prefeito, com todo respeito, o senhor pode até ser muito bom de TikTok, mas, de gestão, sobretudo da gestão de ponta, aquela que atinge diretamente a população, o senhor não sabe muito bem como ela funciona.
Por isso, lá no Mercado Central, o comentário é que é só blá, blá, blá, blá, blá.”
