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O Maranhão encerrou os cinco primeiros meses de 2026 com saldo positivo na balança comercial. Entre janeiro e maio, o estado registrou superávit de US$ 68,8 milhões, resultado que reflete o desempenho das exportações maranhenses no mercado internacional.

Embarque de grãos em navio no Porto do Itaqui

Dados do Comex Stat, plataforma oficial do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), mostram que a corrente comercial do Maranhão — soma das exportações e importações — alcançou US$ 3,2 bilhões no período. Desse total, US$ 1,6 bilhão correspondeu às exportações e US$ 1,6 bilhão às importações realizadas pelo estado.

O desempenho mantém o Maranhão entre os principais participantes do comércio exterior brasileiro. No acumulado do ano, o estado foi responsável por 1,1% de todas as exportações nacionais e por 1,4% das importações do país, ocupando a 14ª posição entre os maiores exportadores e a 12ª entre os maiores importadores do Brasil.

Entre os mercados internacionais com maior volume de negócios com o Maranhão, os Estados Unidos lideram o ranking, movimentando US$ 696,7 milhões em transações comerciais. Em seguida aparecem a China, com US$ 615,9 milhões, e a Rússia, que respondeu por US$ 436,7 milhões da corrente comercial maranhense.

Outros países que tiveram participação relevante nas relações comerciais com o estado foram Canadá, Arábia Saudita e Holanda, reforçando a diversificação dos destinos e origens das mercadorias negociadas pelo Maranhão.

A soja segue como principal produto da pauta exportadora maranhense. Nos cinco primeiros meses do ano, as vendas externas do grão somaram US$ 609,1 milhões, representando 37% de todas as exportações realizadas pelo estado.

Também tiveram destaque os embarques de alumina, que alcançaram US$ 423,6 milhões, e de celulose, com movimentação de US$ 276,6 milhões no período. Juntos, esses segmentos continuam impulsionando a participação do Maranhão no comércio internacional e contribuindo para o saldo positivo da balança comercial estadual.



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