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O governador Carlos Brandão detalhou, na tarde desta segunda-feira, 4, as providências adotadas após o rompimento de um trecho da MA-014, entre Matinha e Viana, na Baixada Maranhense. Segundo ele, o problema foi causado pelo transbordamento de um açude localizado às margens da rodovia, após o grande volume de chuvas registrado na região.

Brandão explicou que o acumulado de cerca de 150 milímetros em poucas horas elevou o nível da água e acabou comprometendo a estrutura da estrada. “Ao lado da MA tem um açude. Historicamente, esses açudes são feitos na margem de rodovia, o que é um erro. A MA não pode servir de barreira para açude”, afirmou.

O governador destacou que o Estado já vinha executando melhorias importantes na malha viária da Baixada e que a MA-014 está em fase avançada de requalificação. “Estivemos recentemente na região, inaugurando a MA-106 e também vistoriando a MA-014. Estamos acompanhando de perto toda a obra e faltam apenas 12 quilômetros para conclusão”, disse.

Diante do rompimento, o governo mobilizou equipes técnicas e empresas responsáveis pela obra para agir de forma imediata. “Determinamos que o secretário de Infraestrutura fosse ao local para fazer o diagnóstico e tomar as providências. As empresas já estão trabalhando e, em até 48 horas, a situação estará resolvida, inclusive com reforço na base da pista”, garantiu.

Além da recuperação emergencial, o governo também avalia medidas para evitar novos problemas causados por intervenções irregulares próximas às rodovias. “É importante alertar que essa prática de construir açudes às margens das estradas não pode continuar, porque traz riscos e prejuízos”, ressaltou.

A MA-014 é uma via estratégica para a mobilidade na Baixada Maranhense, conectando diversos municípios e facilitando o escoamento da produção local. Ao reforçar o compromisso com a região, Brandão afirmou que o Estado seguirá atuando para garantir segurança e infraestrutura. “Estamos cuidando da Baixada com atenção e responsabilidade, acompanhando de perto cada obra e cada necessidade da população”, concluiu.



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