Os rodoviários da empresa de ônibus 1001 iniciaram, na manhã desta sexta-feira, 14, uma paralisação total das atividades, impedindo a saída de todos os veículos da garagem localizada no bairro da Forquilha, em São Luís. O protesto ocorre em razão de salários atrasados, falta de pagamento do plano de saúde, ticket alimentação e outros benefícios previstos na Convenção Coletiva de Trabalho (CCT).

Foto Reprodução

A greve também é motivada por demissões recentes que, segundo os trabalhadores, atingiram cerca de 130 funcionários. A categoria afirma que a empresa descumpre itens fundamentais da CCT, situação que teria se agravado nos últimos meses.

O Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado do Maranhão (STTREMA) notificou formalmente o Consórcio Via SL, responsável por operar a empresa 1001, por meio de ofício assinado pelo presidente da entidade, Marcelo Luís Alves Brito. O documento foi recebido pelo consórcio na última segunda-feira, 10. Passadas as 72 horas exigidas por lei e sem avanço nas negociações, os rodoviários decidiram deflagrar a greve.

Com a paralisação dos 194 ônibus da empresa, moradores de pelo menos 15 bairros da capital enfrentam dificuldades para se deslocar. Entre as áreas afetadas estão:

  • Ribeira

  • Vila Kiola

  • Vila Itamar

  • Tibiri

  • Cohatrac

  • Parque Jair

  • Parque Vitória

  • Alto do Turu

  • Vila Lobão

  • Vila Isabel Cafeteira

  • Vila Esperança

  • Pedra Caída

  • Recanto Verde

  • Forquilha

  • Ipem Turu

A concentração dos trabalhadores ocorre desde o início da manhã na garagem da empresa, na Forquilha. Até o momento, não há previsão para o encerramento da greve, que segue impactando significativamente o transporte público de São Luís.


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