A Polícia Civil da Bahia investiga uma denúncia grave envolvendo quatro alunos do ensino fundamental acusados de planejar o envenenamento de duas professoras de uma escola localizada no bairro São Caetano, em Salvador.

O caso ocorreu no dia 31 de outubro e só não foi consumado graças à denúncia de um colega, que alertou a direção da unidade de ensino.
De acordo com o boletim de ocorrência, os suspeitos — três meninas e um menino, todos com 12 anos — teriam combinado colocar chumbinho (veneno para ratos) em doces que seriam entregues às professoras.
Segundo as investigações iniciais, o grupo teria agido por medo de ser colocado em recuperação escolar.
O plano, no entanto, foi frustrado quando um quinto estudante tomou conhecimento da intenção dos colegas e imediatamente informou o caso à direção da escola.
Os quatro alunos foram chamados para prestar esclarecimentos e admitiram a armação, embora tenham negado ter levado o veneno ao colégio.
A Polícia Civil informou que o caso está sendo apurado por uma delegacia especializada, que busca esclarecer: Se houve posse ou transporte de substâncias tóxicas; o grau de envolvimento de cada aluno e possíveis falhas na segurança da escola.
As autoridades também investigam como o grupo teve acesso à substância e se houve influência externa na elaboração do plano.
MEDIDAS ADOTADAS PELA ESCOLA
A direção da instituição confirmou que os estudantes foram afastados temporariamente das aulas presenciais e passaram a realizar atividades em casa. Todos estão recebendo acompanhamento psicológico.
A escola reforçou que mantém diálogo com as famílias e os profissionais envolvidos, além de ter informado o caso à Secretaria da Educação da Bahia.
Em nota, a Secretaria da Educação da Bahia informou que acompanha o caso de perto, prestando apoio às famílias, professores e à comunidade escolar.
A pasta também destacou que a segurança e o bem-estar dos alunos e servidores são prioridades e que novas medidas preventivas poderão ser adotadas.







Com 12 anos já estão se comportando como homicidas, imaginem quando alcançarem a maioridade?
Os pais desses bandidinhos vão, com certeza, imputar inocência dessa quadrilha mirim
Acorda, MEC…