Uma denúncia feita por um ex-assessor da vereadora de São Luís, Rosana da Saúde ganhou ampla repercussão nas redes sociais e em blogs locais nas últimas horas. Em um longo relato, o ex-servidor acusa a parlamentar de uso indevido de recursos públicos e condutas incompatíveis com o decoro parlamentar.

Segundo a denúncia, o Michael Pacheco afirma ter sido exonerado “não por incapacidade, mas por se insurgir contra um esquema abjeto”, alegando que a vereadora exigia que os assessores arcassem com despesas de gabinete do próprio bolso, ficando depois com os valores repassados pela Câmara Municipal sob a justificativa de reembolso. Ele também acusa a parlamentar de reter descontos previdenciários sem repasse ao INSS e de utilizar seu carro particular como se fosse veículo oficial, sem custear manutenção ou combustível.
“Ela nos obrigava a abastecer com recursos do próprio bolso, recolhia as notas fiscais e, de forma repugnante, apropriava-se do valor que a Câmara repassava como se fosse reembolso legítimo (…). O que há aqui não é gestão, é degradação moral, uma violação explícita ao decoro parlamentar e uma afronta direta à dignidade do servidor público”, disse o denunciante.
Em pronunciamento público, a vereadora negou todas as acusações, classificando-as como “mentiras e ataques pessoais” motivados por ressentimento político.
“Hoje mentiras e ataques pessoais foram divulgados nas redes sociais e em blogs, tentando manchar uma história construída com muito trabalho e compromisso com o povo de São Luís. Mas a verdade é uma só: minha consciência está tranquila diante de Deus e da população que me confiou esse mandato”, declarou.
Rosana da Saúde afirmou ainda que “não existe nenhuma irregularidade” e que seguirá “de cabeça erguida, confiando na Justiça e na força da verdade”.
“Quem trabalha com honestidade e amor pelo povo não se abala com calúnias. A minha resposta sempre será o trabalho, o respeito e a fé em Deus”, completou a vereadora.
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Até o momento, a Câmara Municipal de São Luís não se manifestou oficialmente sobre o caso. O episódio segue repercutindo nas redes sociais e deve ser acompanhado por órgãos de controle e fiscalização.






