Um projeto de documentário que prometia revisitar a história da G Magazine, revista masculina icônica dos anos 1990 e 2000, foi abruptamente cancelado pelo Globoplay, antes mesmo de ser lançado. O projeto, que já contava com um custo estimado em cerca de R$ 3 milhões, foi arquivado após o que fontes descrevem como interferências e pedidos de cortes internos na emissora.

A justificativa oficial para o cancelamento veio de Manuel Belmar, principal executivo da plataforma, que declarou que “não se chegou a uma história interessante para contar”.
Nos bastidores, o cancelamento é amplamente atribuído à resistência e à censura interna. O material enfrentou oposição de setores mais conservadores do canal, especialmente devido à exposição de elementos centrais à identidade da revista, como a nudez masculina.
A G Magazine é lembrada não apenas por suas capas polêmicas, mas por seu papel pioneiro em abrir espaço para o público gay na mídia brasileira. A publicação desafiou padrões e debateu visibilidade e liberdade sexual em um momento em que poucos veículos ousavam abordar o tema.
Figuras notórias na revista
A revista contou com a participação de diversas celebridades ao longo de sua trajetória, incluindo Alexandre Frota, que estampou a capa três vezes, ex-jogadores de futebol como Vampeta, Roger Flores e Dinei e galãs da época, como Marcelo Antony e Matheus Carrieri.






