Viralizaram nas redes sociais neste fim de semana, imagens registradas no Centro de Ensino Acrísio Figueiredo, em São João Batista, no interior do Maranhão.

O vídeo mostra estudantes simulando atos sexuais dentro de uma tenda montada no pátio da escola, que representava um motel, durante uma atividade da Gincana Interclasses.

O evento, que ocorre há quatro anos com proposta cultural e educativa, ganhou repercussão imediata após a divulgação das imagens, gerando críticas da comunidade escolar.

Além da simulação, as imagens exibem estudantes dançando de forma erótica em uma apresentação que deveria ter acompanhamento de professores.

Em nota, a Secretaria de Estado da Educação (Seduc) informou que uma das turmas trocou, sem autorização, uma música prevista no repertório oficial da gincana.

A pasta não esclareceu, entretanto, quem autorizou a montagem da tenda nem por que os docentes não interromperam a encenação.

A Seduc classificou o caso como um episódio “isolado”, repudiou a divulgação das imagens em redes sociais e destacou que a exposição afetou o bem-estar dos adolescentes envolvidos.

NOTA DA SEDUC NA ÍNTEGRA

“A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) informa que a Gincana Interclasses do Centro de Ensino Acrísio Figueiredo, em São João Batista, é uma atividade prevista no Plano Anual da escola há quatro anos. O evento, que tem foco no desenvolvimento artístico, cultural, esportivo e solidário, tem seu planejamento, incluindo as músicas, previamente aprovado com professores e gestão.

A Seduc esclarece que uma turma substituiu sem autorização uma música do repertório combinado, sem aviso prévio. A direção reconheceu o fato, pediu desculpas à comunidade e destacou o caráter isolado da ocorrência, prestando solidariedade aos alunos expostos indevidamente em redes, com impactos em seu bem-estar.

A Secretaria reafirma apoio às iniciativas pedagógicas, repudia a exposição indevida de estudantes e mantém seu compromisso com um ensino de qualidade e com a formação integral dos maranhenses.”

 


Comentário no post: “Vídeo de gincana com encenação erótica gera polêmica sobre escola no Maranhão

  1. Esse é o exemplo que os “intelectuais” do Maranhão têm dado à população.
    São essas escórias culturais que fazem do Maranhão um dos estados mais atrasados do Brasil.
    Pouco tempo atrás, a UFMA contratou uma ‘pornofóbica’ professora para apresentar uma porno-erótica dança com micro – maiô mostrando como fazer do c₩ um ‘instrumento de trabalho’. E o que aconteceu? Nada, absolutamente nada. A UFMA não recebeu nem advertência pelo CNE e muito menos pelo MEC.

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