O Maranhão alcançou, em 2025, uma das maiores conquistas de sua história administrativa: o 2º lugar no Ranking de Competitividade dos Estados no quesito solidez fiscal. O resultado coloca o estado entre os mais confiáveis e eficientes do país, atraindo atenção de investidores e consolidando-se como referência nacional em gestão responsável.

O levantamento do Centro de Liderança Pública (CLP) mostrou que o Maranhão avançou 18 posições em relação ao ano anterior, quando estava no 20º lugar, registrando o maior crescimento do país. O salto reflete o esforço em equilibrar contas públicas, aumentar a credibilidade do estado e garantir estabilidade econômica.

Entre os responsáveis por esse resultado, os auditores fiscais tiveram papel fundamental, assegurando arrecadação crescente por meio de fiscalização rigorosa, combate à sonegação e transparência na aplicação dos recursos. Esse trabalho garante não apenas equilíbrio financeiro, mas também condições para investimentos em áreas prioritárias como saúde, educação, infraestrutura e segurança.

O ranking nacional mostra ainda que o Espírito Santo segue na liderança em 2025, posição que ocupa desde 2020. O Maranhão, no entanto, foi o estado que mais evoluiu no período recente, tornando-se símbolo de avanço e eficiência. Em contrapartida, Alagoas apresentou queda significativa, saindo do 3º para o 17º lugar, enquanto o Rio de Janeiro se manteve estagnado na 24ª posição.

Nos últimos dez anos, a classificação revelou grandes mudanças: o Amazonas, que ocupava a liderança em 2015, agora aparece na 8ª posição. Já o Maranhão desponta como caso de sucesso, provando que o equilíbrio fiscal é a base para serviços públicos de qualidade, desenvolvimento sustentável e fortalecimento da confiança junto à sociedade e ao mercado.

O CLP avalia nove indicadores para medir a solidez fiscal: resultado primário, solvência, liquidez, gastos com pessoal, taxa de investimentos, planejamento orçamentário, regra de ouro, poupança corrente e dependência fiscal. A performance maranhense em 2025 mostra que responsabilidade na gestão é mais do que obrigação, é estratégia para transformar o futuro do estado.


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