A influenciadora digital Tainá Sousa, presa preventivamente, na sexta-feira, 1, por decisão judicial, divulgou nota pública por meio de sua assessoria para rebater as acusações que pesam contra ela.

Segundo a defesa, a prisão foi decretada após “interpretação equivocada de uma conversa mantida por Thayná com um pai de santo, a respeito de um trabalho’ espiritual”.

Segundo a defesa da influenciadora, a autoridade policial responsável pelo inquérito teria entendido o diálogo como uma possível ameaça a pessoas públicas.

A nota esclarece, também, que a conversa em questão não envolveria seu pai biológico, “tampouco fazia referência a qualquer plano de atentado”.

A influenciadora é adepta de religião de matriz africana, e o diálogo com o líder espiritual teria se limitado a práticas tradicionais de proteção e equilíbrio espiritual — como é comum entre fiéis de diversas vertentes religiosas, asseveram seus advogados.

“Associar esse tipo de diálogo a uma suposta trama criminosa é não apenas incorreto, mas perigoso”, diz o comunicado.

A assessoria também ressaltou que nem o pai biológico nem o pai de santo foram alvo de qualquer medida judicial, o que, segundo a defesa, reforçaria o equívoco da acusação.

“Tainá nega com veemência qualquer intenção ou plano de atentar contra a vida de autoridades públicas. Lamenta “profundamente” o uso distorcido das conversas para tentar atribuir a ela um grau de periculosidade que jamais demonstrou ou possui”, enfatizam.

Por fim, a influenciadora afirmou que confia no Poder Judiciário e aguarda o esclarecimento completo dos fatos. A expectativa da defesa é pela revogação da prisão e o reconhecimento da improcedência das acusações.


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