O presidente da Gasmar, Allan Kardec Duailibe, foi um dos expositores convidados do seminário Gás e Petróleo na Margem Equatorial, sob a presidência e organização da senadora Eliziane Gama, na Assembleia Legislativa do Maranhão, com transmissão ao vivo pela TV Senado.

O evento contou ainda com a presença do gerente geral de Exploração e Projetos Exploratórios da Petrobras, Marcos Valério Galvão e do secretário Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, Pietro Mendes, representante do ministro das Minas e Energia, Alexandre Silveira.
Duailibe integrou o painel Desenvolvimento Econômico e Sustentabilidade Regional, que contou também com as palestras do superintendente do SESI-MA, Diogo Lima e do presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), Roberto Ardenghy.

O ex-diretor da ANP iniciou indagando o porquê de falar de energia, incluindo no debate questões como a soberania e os recursos nacionais. Com uma exposição repleta de números, gráficos, estudos, aspectos como a geopolítica e os interesses internacionais, na exploração do petróleo brasileiro, foram abordados, assim como a queda das reservas nacionais e as pequenas emissões de carbono do Brasil, além da movimentação de navios no planeta e das atividades petrolíferas em todo o mundo. Duailibe fez críticas às falsas informações sobre ameaças ambientais e alertou: “O que vai nos tirar desse debate é a narrativa, não é a desinformação”.

A partir de dados sobre a desigualdade social dos estados da Margem Equatorial, o presidente da Gasmar fez defesa enfática das riquezas petrolíferas para a melhoria dos indicadores de vida das populações mais pobres do Brasil.
“A história mostra que a mobilização é fundamental. O Maranhão tem duas bacias, dentre as cinco a serem exploradas pela Petrobras. Foi a política que tirou o homem da barbárie, ela que traz solução aos nossos problemas. E nós? Lutaremos?”, questionou em clara referência à pouca repercussão dada à classe política maranhense sobre a importância da exploração da Margem Equatorial brasileira, exceção feita à senadora Eliziane Gama, idealizadora do evento.






