A procuradora-geral dos Estados Unidos, Pamela Bondi, determinou que os promotores do caso de Luigi Mangione, acusado de matar Brian Thompson, CEO do grupo UnitedHealth, solicitem a pena de morte.

A decisão foi divulgada nesta terça-feira (1º) em um comunicado oficial do Departamento de Justiça. Bondi classificou o assassinato como “premeditado e a sangue frio”, destacando que a medida está alinhada com a política do presidente Donald Trump de combate a crimes violentos.
O caso
Mangione foi preso na Pensilvânia em dezembro de 2024, cinco dias após o crime, enquanto comia em uma lanchonete. Ele se declara inocente das acusações de assassinato e terrorismo e está detido em uma penitenciária federal no Brooklyn.
Na audiência realizada em janeiro, sua advogada, Karen Agnifilo, afirmou que pedirá a anulação das evidências alegando que a prisão ocorreu de forma irregular.
A investigação aponta que Mangione utilizou uma identidade falsa para se hospedar em um hostel próximo ao local do crime. Além disso, a polícia encontrou com ele:
- Uma pistola semelhante à usada no assassinato, supostamente produzida em uma impressora 3D;
- Um manifesto manuscrito com três páginas, expressando ódio contra empresas de seguro de saúde, classificadas por ele como “parasitárias”;
- Registros de câmeras de segurança, que mostram um suspeito com aparência idêntica à de Mangione no local do crime.






