Três servidores do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) no Tocantins foram afastados de seus cargos durante as investigações sobre o desabamento da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, que conecta o estado ao Maranhão.

A ponte, localizada entre Aguiarnópolis (TO) e Estreito (MA), desabou em 22 de dezembro de 2024, deixando um rastro de destruição.

Dez veículos, incluindo carros, motos, caminhonetes e carretas, caíram no rio Tocantins no momento do colapso. Das 18 pessoas que estavam nos veículos, 14 morreram, três seguem desaparecidas e apenas um homem sobreviveu.

Os nomes dos servidores afastados não foram divulgados, mas segundo a portaria, eles ocupavam os cargos de coordenador de engenharia, chefe de serviço de manutenção e chefe da Unidade Local de Araguaína.

Assim como o superintendente, os servidores permanecerão fora de suas funções por 60 dias, período que pode ser prorrogado.

Durante o afastamento, eles continuarão recebendo seus salários, deverão estar disponíveis para eventuais convocações e manterem atualizados seus contatos.

Até o momento, o DNIT não nomeou substitutos para os cargos, mas informou que isso deve acontecer nos próximos dias.


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