O PSL suspendeu cinco deputados da ala do partido ligada ao presidente Jair Bolsonaro. Eles não poderão exercer atividades partidárias, o que inclui assinar pedidos para mudança na liderança, motivo da crise mais recente na sigla.
Em outra frente contra a influência do presidente, o partido pretende formalizar, na próxima semana, as saídas de Flávio Bolsonaro, Eduardo Bolsonaro e Carla Zambelli do comando dos diretórios do Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília, respectivamente.
Bolsonaro pediu à Advocacia-Geral da União que processe criminalmente o líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir (GO), um dia depois de o parlamentar ter vencido disputa pelo cargo de liderança. Também nesta sexta-feira, em entrevista ao GLOBO, Waldir acusou Bolsonaro de “comprar”, com cargos e a promessa de uso do fundo partidário, a liderança para Eduardo Bolsonaro.
Eduardo e Joice Hasselmann trocaram acusações. O filho do presidente usou montagem com o rosto da deputada em nota falsa de R$ 3. Ela retrucou: “eu sei o que vocês fizeram no verão passado”.
Waldir e Joice afirmaram que são atacados por “milícia virtual” comandada pelo clã Bolsonaro. (O Globo)






