O Grupo D da Copa do Mundo de 2026 reúne um dos países anfitriões do torneio, uma seleção sul-americana acostumada a campanhas competitivas, a força consolidada da Oceania no cenário mundial e uma equipe europeia que retorna ao Mundial carregando boas expectativas.
Estados Unidos, Paraguai, Austrália e Turquia formam uma das chaves mais equilibradas da competição disputada em Estados Unidos, México e Canadá.

- Estados Unidos
Jogando em casa, os Estados Unidos chegam pressionados e cercados por expectativa. Coanfitriã do Mundial, a seleção americana disputará sua 12ª Copa do Mundo e tentará transformar o apoio da torcida em combustível para alcançar uma campanha profunda dentro do torneio.
Sob comando de Mauricio Pochettino, os norte-americanos apostam em uma geração considerada uma das mais talentosas de sua história recente. Nomes como Christian Pulisic, Weston McKennie, Gio Reyna e Tyler Adams simbolizam o crescimento técnico do futebol do país, que busca superar campanhas recentes e voltar a sonhar com um feito semelhante ao terceiro lugar obtido em 1930, ainda em sua primeira participação em Copas.
- Paraguai
Entre os adversários da chave aparece o Paraguai, seleção que retorna ao Mundial após longo período de ausência. Os paraguaios disputam sua nona Copa do Mundo e tentam reviver o espírito competitivo que marcou campanhas consistentes nas décadas anteriores, incluindo a presença nas quartas de final da edição de 2010, seu melhor resultado na história do torneio.
A equipe sul-americana chega embalada por uma reconstrução iniciada nas Eliminatórias da Conmebol. Conhecido pela intensidade defensiva, força física e competitividade em jogos decisivos, o Paraguai aposta em um elenco renovado para tentar recuperar protagonismo internacional e disputar diretamente uma das vagas do grupo.
- Austrália
Outra integrante da chave é a Austrália, presença cada vez mais frequente em Copas do Mundo. Os Socceroos disputarão seu sétimo Mundial e chegam respaldados por campanhas recentes que reforçaram sua reputação de equipe organizada e difícil de ser batida. O melhor desempenho australiano continua sendo as oitavas de final alcançadas em 2006 e repetidas em 2022.
A seleção australiana aposta em um modelo de jogo intenso, disciplinado e fisicamente forte. Misturando atletas experientes e jovens nomes em ascensão, a equipe chega à Copa tentando confirmar sua condição de candidata real à classificação em uma chave marcada pelo equilíbrio.
- Turquia
Fechando o grupo está a Turquia, seleção que retorna ao palco mundialista depois de uma longa ausência. Os turcos voltarão a disputar uma Copa do Mundo pela terceira vez na história e carregam consigo a lembrança de sua campanha mais marcante: o terceiro lugar conquistado no Mundial de 2002, resultado que ainda figura entre os maiores feitos do futebol do país.
Classificada após superar o caminho europeu rumo ao torneio, a equipe turca chega impulsionada por uma geração técnica e competitiva. Com elenco formado por jogadores espalhados pelas principais ligas continentais, a Turquia surge como forte concorrente pela liderança do grupo e uma das seleções capazes de surpreender no torneio.
- Grupo D
No papel, o Grupo D aparece como uma das chaves mais abertas da Copa do Mundo de 2026. Os Estados Unidos contam com o peso do fator casa e da pressão por uma grande campanha; o Paraguai tenta reeditar sua tradição competitiva; a Austrália busca manter sua regularidade recente em Mundiais; enquanto a Turquia aposta no retorno ao torneio para recuperar espaço entre as seleções mais perigosas do cenário internacional.
Os confrontos da chave começam com Estados Unidos x Paraguai e Austrália x Turquia. Na sequência, duelos como Estados Unidos x Turquia e Paraguai x Austrália podem ganhar importância decisiva na disputa pela liderança e pelas vagas no mata-mata, em um grupo no qual até a classificação via terceira colocação permanece como possibilidade concreta.
