O Chelsea entrou para a história neste domingo (13) ao se tornar o primeiro campeão da nova Copa do Mundo de Clubes da Fifa.

Com uma atuação dominante, especialmente no primeiro tempo, o time inglês derrotou o Paris Saint-Germain por 3 a 0 no MetLife Stadium, nos Estados Unidos, e ergueu a taça da mais recente competição de clubes organizada pela entidade máxima do futebol.
O grande nome da final foi Cole Palmer. O meia inglês marcou dois gols e deu uma assistência para o brasileiro João Pedro, que também deixou sua marca com um golaço, consolidando a vitória dos Blues ainda na primeira etapa. Sem dar chances ao PSG, o Chelsea controlou o jogo com autoridade e confirmou a conquista inédita.
A trajetória da equipe londrina até o título foi marcada por altos e baixos. Campeão da Uefa Conference League e terceiro colocado na Premier League, o Chelsea chegou ao Mundial como um time competitivo, mas sem o status de favorito.
Na fase de grupos, perdeu para o Flamengo, mas se recuperou no mata-mata com vitórias sobre Palmeiras e Fluminense — ambos por placares apertados.
Na grande decisão, porém, superou com folga o PSG, que vinha sendo considerado o time mais forte da competição.
Com o título, o Chelsea garantiu uma premiação total de US$ 114,59 milhões (cerca de R$ 634,06 milhões), dos quais US$ 40 milhões são referentes à vitória na final diante do clube francês.
O Jogo
Desde o apito inicial, o Chelsea mostrou que não estava disposto a deixar escapar o título. A equipe inglesa adotou uma postura agressiva e sufocou o PSG desde os primeiros minutos.
Aos 21, Gusto cruzou rasteiro e Palmer finalizou com precisão no canto: 1 a 0. Oito minutos depois, em jogada individual, o camisa 20 passou por dois marcadores e ampliou com um chute cruzado: 2 a 0.
Sem reação, o PSG mal conseguiu sair do campo de defesa. E o golpe final veio ainda antes do intervalo. Aos 42, Palmer serviu João Pedro, que mostrou frieza e classe para encobrir o goleiro com uma cavadinha: 3 a 0.
No segundo tempo, os franceses tentaram reagir, mas pararam nas boas defesas do goleiro Robert Sánchez. Com o controle total da partida, o Chelsea apenas administrou a vantagem até o apito final.






